Supply Chain Management

Supply Chain Management pode ser traduzido como gestão da cadeia logística ou gerenciamento da cadeia de suprimentos. O seu uso é útil em diversos tipos de empresa e funciona como uma teoria quanto à forma de gerir a produção como um todo, a partir de conceitos fundamentais. Eles englobam inclusive o controle total do que se precisa para a fabricação de um produto.

Embora para alguns administradores possa parecer lógico, a verdade é que só agora com a globalização dos meios de produção é que algumas ferramentas estão sendo usadas para dar mais eficiência aos processos produtivos. Com a maior concorrência nos mais variados setores da economia, o que impulsiona a busca por economia e mão de obra qualificada, vê-se a necessidade de diminuir todos os possíveis desperdícios em uma organização.

Dessa forma, o Supply Chain Management funciona como uma ferramenta que faz uso da Tecnologia da Informação para gerenciar a cadeia de suprimentos com maior eficácia e eficiência. Pode-se dizer ainda que essa ferramenta é uma versão atualizada da administração de materiais tradicional, que foi amplamente usada até 1950.

Primórdios da Supply Chain Management

Foi a partir da metade do século XX que a administração de materiais saiu do almoxarifado, onde ela estava até então restrita. Ou seja, os empresários deixaram de focar somente na necessidade de material e ampliaram a sua visão para os investimentos financeiros em materiais.

Assim, entre os anos de 1980 e 1990, a Supply Chain Management surgiu com mais força, tendo como princípio básico levar em consideração toda a cadeia produtiva. Isso tornou possível às empresas aumentar a sua competitividade no mercado global.

Partes da Supply Chain Management

Para entender melhor, é preciso saber que cadeia produtiva refere-se a todas as partes envolvidas na produção de qualquer produto. Entre elas, estão:

  • Fornecedores da empresa;
  • Fornecedores dos fornecedores;
  • Setores da empresa;
  • Clientes;
  • Clientes dos clientes.

Embora, quando se popularizou, o Supply Chain Management foi confundido como substituto para a palavra logística, com o tempo as empresas se adaptaram ao conceito, implantando a ferramenta em suas corporações.

Como funciona a cadeia logística

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Para fazer uma comparação, pode-se dizer que a cadeia logística padrão funciona assim: matérias-primas são procuradas, os produtos são fabricados, os bens são transportados e armazenados e por fim, são enviados aos clientes. A Supply Chain Management, portanto, funciona como um conjunto de estratégias para tornar esse processo mais eficiente.

Para tanto, são consideradas as interações entre os vários níveis da cadeia logística, com o objetivo de diminuir as gastos e qualificar o serviço que é prestado. Assim, a nova concepção de cadeia logística busca integrações entre os fabricantes e lojas, para que a mercadoria seja produzida e distribuída nas quantidades certas, na localização ideal e no tempo previsto. Para que o Supply Chain Management seja colocado em prática de uma forma completa, porém, não basta levar em consideração somente a movimentação de produtos físicos entre empresas.

Leva-se em conta, ainda, o fluxo de informação entre as mesmas, o que é possível por meio da comunicação eficaz entre as etapas da produção, o que é alcançado por meio da tecnologia da informação. Com isso, a cadeia logística ganhou um novo conceito e foi, então, definida como o ciclo da vida dos processos que compreendem os fluxos físicos, informativos, financeiros e de conhecimento.

Evolução da Supply Chain Management

Com a evolução do Supply Chain Management, hoje, as empresas costumam ter, portanto, quatro setores: marketing, finanças, controle da produção e gestão de recursos humanos. Vale lembrar, ainda, que a Supply Chain Management pode ser implantada tanto em fábricas de produtos quanto em prestadoras de serviços.

Por fim, vamos elucidar o uso dessa ferramenta em uma indústria siderúrgica. Para que a sua produção de aço aconteça, não basta que o empresário somente se preocupe em ter a matéria-prima e energia elétrica, mas também materiais de escritório, de informática, etc.

Assim, mesmo que seja preciso aço para fabricação do produto final, é preciso que, por exemplo, quando o escritório precisar de cartuchos para impressoras, o seu fornecedor possa disponibilizá-lo imediatamente. Isso é ter sincronia na integração entre as duas empresas e em todas as demais partes do processo produtivo esse conceito deve estar presente.